A prática clínica em unidades de terapia intensiva (UTI) frequentemente envolve a tomada de decisões complexas diante de pacientes em situação crítica. O ambiente da UTI, por sua natureza, expõe os pacientes ao risco de altos níveis de intervenções tecnológicas, que nem sempre e mostram adequadas diante do prognóstico das situações clínicas apresentadas. Quando são realizadas intervenções sem a adequada avaliação do prognóstico, há elevado risco de que tratamentos fúteis ou potencialmente inapropriados sejam empregados.